Ainda é nublado

Tempestade
das lágrimas
que transbordam de mim
toda a falta que você me faz

Estrondos
da minha hostilidade
tentando dissolver a raiva
das minhas escolhas tão falhas

Por vezes, meus punhos cerraram
Em outras, cederam ao chão
Em arrependimento

As noites
Seguem amargas
Iluminadas pelas memórias tuas
em todo canto.

E eu,
já não sei quem sou
além de morada
da solidão.




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