E ao fim, a história é sempre a mesma. Os personagens se alteram e eu continuo no mesmo papel... Protagonizando a mesma cena. Sempre.
Demoro a entender e compreender os atores de cada trama. Tropeço e confundo, confio e amo quem não devo. Levanto. Troco as peças. Uns se encaixam, outros não. As fantasias me confundem e eu continuo a me entregar.
De novo? A ciranda roda e eu vou aprendendo, redecorando os mesmos movimentos e palavras que já me foram ditas, tantas vezes.
Ao fim, as máscaras caem, as mãos se atam. E eu? Prometo, em falso, que é a última vez.