E eu me deito,
Envolvo-me em silêncio
Debruço sobre o escuro,
Na companhia de um frio na barriga,
Que há tanto tempo, faz morada em mim.

Mas eu falei sem pensar
Coração na mão
Como um refrão de um bolero
Eu fui sincero como não se pode ser

E um erro assim, tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar