Do meu transbordar
Nas minhas palavras,
soltas
Mora todo o amor
que meu coração,
torto
soletra em mim.
A boca cala
O que o corpo fala
A mente apaga
O que os olhos lembram
E os dias tentam esquecer
O que os sonhos
Ainda (te) sonham.
Que o tempo não cure
Mas ensine
A ser
Sem tanta dor.
A noite deseperta
tudo que eu não consigo calar
E a solidão me ensina
a encaixar
os pedaços
perdidos em mim.
Sufocante, é lidar com a falta
Depois de um antes
Repleto de sobra.
Por trás de um sol que amanhece em mim,
Uma noite em claro
Ou
Por trás de uma noite em claro,
Um sol que amanhece em mim?
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