Do meu transbordar
Que a vida não seja peso
Que os sentimentos não sejam grades
Que o mundo não sufoque
Que o vento me carregue
E os meus pés desatem do chão
Porque eu sou sopro
Das vontades do meu coração.
E cada vez, mais fundo.
As lembranças
Faziam dela morada
Eternizando o para sempre
Que se esvaiu em seus dedos.
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Página inicial
Assinar:
Postagens (Atom)