Eu não queria ir.
Não queria ter que voltar depois,
Não com uma mala recheada de poréns.
Eu queria ficar. Estacionar na encosta. Descer.
Eu não queria a curva.
Eu não quero virar ali.
Mas o que me rege não parou de soprar... De me empurrar.
E eu não queria, não queria ir. Mas fui.