Do meu transbordar
Não cala,
não disfarça.
E diz tanto, até quando tenta esconder.
Eu guardei todas as farpas
E a maioria dos soluços
que não transbordaram nos colos dos meus.
Eu tento
Mas o silêncio que protejo
e me protege,
crucifica também.
Saudade,
Sufoca.
O coração que fica.
Meu poema favorito
Escrito pelo canto do seu sorriso
Quando encontra a curva que seu rosto faz.
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Página inicial
Assinar:
Postagens (Atom)